Perspectivas é onde a Atto publica análises, teses e posicionamentos sobre governança, performance financeira, sucessão e transações empresariais. Sem autopromoção, sem jargão de palestra. Textos que o sócio lê no fim de semana e volta para a segunda com uma pergunta nova na cabeça.
A maioria das empresas médias forma líder por mérito técnico e cobra resultado de gestão no dia seguinte. A Gallup mostra que o gestor explica pelo menos 70% da variação no engajamento do time. Promover é reconhecimento. Preparar é responsabilidade.
Ler a tese completa →Em ciclo de juros elevados, o orçamento anual deixou de proteger. Por que a rotina de FP&A precisa migrar para horizonte semanal, sensibilidade obrigatória e renegociação antes do estresse.
CBS e IBS entraram em cobrança simbólica. O que precisa ser feito agora em precificação, contrato, ERP e cadastro fiscal para chegar a 2027 sem perder margem.
Recrutamento e seleção em 2026 não é mais operação de busca, é operação de proposta. Por que a empresa pequena e média perde o profissional bom antes mesmo da entrevista.
O corte recorrente de valuation em empresas médias vem da mesma região do balanço: ausência de conselho, acordo de sócios frágil e DRE gerencial que não resiste à due diligence. O desconto não é sobre o ativo. É sobre a falta de leitura sobre o ativo.
A diferença entre crescer e crescer bem aparece no corte de receita por qualidade: margem, pulverização, recorrência e mix. Uma defesa do KPI que usamos há sete anos em empresas médias do Rio Grande do Sul.
O conselho bem desenhado resolve três problemas ao mesmo tempo: solidão do sócio, falta de mesa de decisão e preparação para eventos de M&A. E não custa o que todo mundo pensa.
Por que organograma redesenhado sem passar pela estratégia é perda de tempo. E como a Atto aborda o problema na ordem correta, a partir das frentes dos próximos 24 meses.
A fase que todo mundo subestima. Do que consiste a preparação técnica de uma empresa para venda, por que ela muda o valuation e quanto tempo leva para ser feita direito.
Um texto sobre o momento em que todo sócio bem-sucedido percebe que virou refém do próprio negócio. E o que é preciso instalar para que a empresa ande sem ele na sala.
O protocolo familiar não é burocracia cartorial. É o documento que permite à família conversar sobre dinheiro, poder e afeto sem misturar os três. Por que fazer, e quando.
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